30ª edição dos prémios britânicos de música, "Brit Awards"

Lady Gaga venceu o prémio de revelação internacional, álbum internacional, para "The Fama" e artista feminina internacional, derrotando Ladyhawke, Norah Jones, Rihanna e Shakira.

A cantora norte-americana dedicou, emocionada, o triunfo ao estilista britânico Alexander McQueen, que morreu na semana passada.

Esta foi a primeira vez desde 2005, com os Scissor Sisters, que um artista ou banda não britânicos acumularam três prémios.

Lilly Allen, que abriu a cerimónia com a interpretação de "The fear", foi outra das premiadas da noite em Earls Court, com a distinção de melhor artista individual britânica.

Dizee Rascal foi o melhor intérprete britânico e o "rapper" norte-americano Jay-Z recebeu o prémio de melhor artista internacional, derrotando Bruce Springsteen, Eminem, Michael Buble e Seasick Steve.

A banda JLS, saída do concurso televisivo de talentos "Factor X", alcançou o galardão para revelação musical e venceu também na categoria de melhor single, com "Beat Again".

O prémio para melhor banda foi arrematado pelos Kasabian e o melhor álbum para Florence And The Machine, por "Lungs".

Entre as categorias criadas para assinalar os trinta anos dos Brit Awards, coube aos Oasis o prémio para o melhor álbum das últimas três décadas, com "What's the store morning glory".

A interpretação das Spice Girls, em 1997, de "Wanabe/Who do you think you are", foi também distinguida.

O prémio da crítica foi entregue a Ellie Goulding e o reconhecimento de carreira a Robbie Williams. Ler no Diário de Notícias

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