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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2009

Faz hoje 75 anos que nasceu Baptista-Bastos

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Baptista-Bastos, jornalista e escritor português.
Após a frequência da Escola de Artes Decorativas António Arroio e do Lycée Français Charles Lepierre, em Lisboa, inicia a sua carreira profissional na redacção de O Século tornando-se, de seguida, subchefe de redacção de O Século Ilustrado. Passou, assim, pelos quadros redactoriais de O Diário, República, Europeu, Almaque, Seara Nova, Gazeta Musical e Todas as Artes, Época e Sábado. Durante duas décadas foi jornalista no Diário Popular. Foi redactor da Agence France Press, em Lisboa. Assinou ainda várias crónicas e colunas no Jornal de Notícias, A Bola, Tempo Livre e, como crítico, colaborou com o Jornal de Letra, Artes e Ideias, o Expresso, o Jornal do Fundão,o Correio do Minho e o Diário Económico. Fundou ainda o semanário O Ponto, periódico que registou uma série de entrevistas semanais. Na rádio leu as suas crónicas, nomeadamente na Antena 1 e na Rádio Comercial. Actualmente é colunista do Diário de Notícias, do Jornal de Negócios e…

Livro da Semana

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Afonso Henriques: o homem / Cristina Torrão Edição: 2008
Editor: Ésquilo
jj Sinopse o
Neste romance inovador sobre o rei fundador de Portugal, Afonso Henriques é descrito na sua faceta humana, de uma maneira nunca antes focada. A autora neste romance biográfico, consegue mostrar a essência do líder. p Boas leituras

Poesia sim

Eu e ela

Cobertos de folhagem, na verdura,
O teu braço ao redor do meu pescoço,
O teu fato sem ter um só destroço,
O meu braço apertando-te a cintura;

Num mimoso jardim, ó pomba mansa,
Sobre um banco de mármore assentados.
Na sombra dos arbustos, que abraçados,
Beijarão meigamente a tua trança.

Nós havemos de estar ambos unidos,
Sem gozos sensuais, sem más ideias,
Esquecendo para sempre as nossas ceias,
E a loucura dos vinhos atrevidos.

Nós teremos então sobre os joelhos
Um livro que nos diga muitas cousas
Dos mistérios que estão para além das lousas,
Onde havemos de entrar antes de velhos.

Outras vezes buscando distracção,
Leremos bons romances galhofeiros,
Gozaremos assim dias inteiros,
Formando unicamente um coração.

Beatos ou pagãos, vida à paxá,
Nós leremos, aceita este meu voto,
O Flos-Sanctorum místico e devoto
E o laxo Cavalheiro de Fábulas...

Cesário Verde

Cesário Verde 1855-1886

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Cesário Verde poeta português, matriculou-se no Curso Superior de Letras em 1873, frequentando por apenas alguns meses o curso de Letras. Ali conheceu Silva Pinto, grande amigo pelo resto da vida. Dividia-se entre a produção de poesias (publicadas em jornais) e as actividades de comerciante, herdadas do pai.
Em 1877 começou a dar sinais a tuberculose, doença que já lhe tirara o irmão e a irmã. Estas mortes servem de inspiração a um de seus principais poemas, Nós (1884).
Tenta curar-se da tuberculose, sem sucesso; vem a falecer no dia 19 de Julho de 1886. No ano seguinte Silva Pinto organiza O Livro de Cesário Verde (disponível ao público em 1901), compilação de sua poesia.
De poesia delicada, Cesário empregou técnicas impressionistas, com extrema sensibilidade ao retratar a Cidade e o Campo, seus cenários predilectos. Evitou o lirismo tradicional, expressando da forma mais natural possível.

Carnaval

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Livro da semana

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A Vida Secreta de Dom Sebastião / Sónia Louro
Edição: 2008
Editor: Saída de Emergência
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Sinopse o
A História conta-nos que em 1578, em Alcácer- Quibir, D. Sebastião é morto e as suas tropas são desbaratadas. Com ele morre também a independência de Portugal. Mas, o que ninguém sabe, é que D. Sebastião não expirou. Ferido, enlouquecido, o jovem rei português sobreviveu.
Órfão de pai e abandonado pela mãe, rei aos três anos, disputado por uma avó ambiciosa e um cardeal determinado, abusado sexualmente pelo confessor, marcado por deficiências físicas que sempre o perseguirão e por uma misteriosa doença que tentará em vão esconder, D. Sebastião cresce torturado pela vergonha, em luta constante com os seus desejos carnais e espirituais. Desprendido da vida, é senhor de actos temerários que encontram o seu expoente na cruzada de Alcácer-Quibir. Mas quem foi este rei menino que um dia há-de voltar numa manhã de nevoeiro? E o que fez depois de sarar as feridas quase mortais de Alcácer-Quibir? Rumor…

Poesia sim

"Quando não tenhas à mão
outro livro mais distinto,
lê estes versos que são
filhos das mágoas que sinto."

"Após um dia tristonho,
de mágoas e agonias
vem outro alegre e risonho:
são assim todos os dias."

"Tu és fonte de água clara
que deixa ver a nascente,
porque me mostras, na cara,
o que o teu coração sente."

"Os meus versos o que são?
Devem ser, se os não confundo,
pedaços do coração
que deixo cá neste mundo."

António Aleixo, "Este livro que vos deixo..."

Faz hoje 110 anos que nasceu o poeta popular António Aleixo

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Considerado um dos poetas populares algarvios de maior relevo, famoso pela sua ironia e pela crítica social sempre presente nos seus versos, António Aleixo também é recordado por ter sido simples, humilde e semi-analfabeto, e ainda assim ter deixado como legado uma obra poética singular no panorama literário português da primeira metade do século XX.
Faleceu por conta de uma tuberculose, em 16 de Novembro de 1949, doença que tempos antes havia também vitimado uma de suas filhas.

Antologia Jovens Poetas do Baixo Minho: procuram-se novos poetas

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Antologia encontra-se a planear o seu Segundo Livro. O concurso destina-se a jovens com menos de 35 anos, residentes, estudantes ou trabalhadores no distrito de Braga.
Faz a tua biografia, reúne cinco poemas e inscreve-te.

Já está constituído um júri de selecção capaz de julgar os textos a concurso. k
O Segundo Livro está a ser preparado e vai ter duas partes: os novos antologiados, que concorrem pela primeira vez, e os anteriores antologiados que já viram publicados alguns dos seus textos.
Ficha de Inscrição
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Para mais informações consulta a página www.antologia.no.sapo.pt

Dia dos Namorados

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"Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor. Como as outras, ridículas..."
Fernando Pessoa

"O amor é a força mais subtil do mundo." Mahatma Gandhi

"Amar é encontrar na felicidade de outrem a própria felicidade." Gottfried Leibnitz
o "Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa." Antoine de St. Exupery
"Alma gémea de minha'lma...
flor de luz de minha vida....
Sublime estrela caída...
das belezas da amplidão
Quando eu errava no mundo...
triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração....
Vinhas na bênção das flores
Da divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!!!
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque sou tua esperança,
Como és todo meu amor!
Alma gémea de minha'lma
,Se eu te perder algum dia...
Serei tu…

Livro da semana

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Braço Tatuado / Cristovão de Aguiar
Edição: 2008
Editor: Dom Quixote
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Sinopse l
Romance em torno das vivências do autor na guerra colonial, ferida que se mantém aberta na sua memória, após uma experiência traumatizante de dois anos na Guiné. Um texto de ecos e lembranças que de forma onírica e fantástica dá conta do absurdo desse conflito armado. O cenário de horror, as emboscadas, as atrocidades cometidas, a voz da liberdade, as saudades e a perplexidade perante uma guerra que era obrigatório viver, fazem deste texto uma das mais interessantes narrativas sobre a guerra colonial. k Boas Leituras

"Com provérbios se explica"

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Alguns provérbios... hh "Em abril águas mil" "Grão a grão enche a galinha o papo" "Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão" "Longe da vistas, longe do coração " "Lobo não come lobo" "Lua com circo traz água no bico" "Lua deitada, marinheiro de pé "

Poesia sim

Não me importo com as rimas

Não me importo com as rimas. Raras vezes
Há duas árvores iguais, uma ao lado da outra.
Penso e escrevo como as flores têm cor
Mas com menos perfeição no meu modo de exprimir-me
Porque me falta a simplicidade divina
De ser todo só o meu exterior.
nn
Olho e comovo-me,
Comovo-me como a água corre quando o chão é inclinado,
E a minha poesia é natural como o levantar-se o vento...

Alberto Caeiro

Europa celebra o Dia Europeu da Internet Segura

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Realiza-se hoje, 10 de Fevereiro de 2009, o Dia Europeu da Internet Segura. Este evento é organizado a nível Europeu pelo Insafe, rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos.

Condessa de Ségur 1977-1874

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Sophie Feodorovna Rostopchine, a Condessa de Ségur nasceu em São Petersburgo a 1 de Agosto de 1799 e faleceu em Paris a 9 de Fevereiro de 1874. Escritora russa, largamente conhecida no século XIX, como autora de obras-primas de literatura infantil.
Criadora de personagens eternos para o imaginário infantil onde se destacam as obras: "Sofia, A Desastrada", " O génio do mal", "Meninas Exemplares" e "As Férias", em que desenvolvem os personagens Sofia, Paulo, Camila e Madalena, além de "Memórias de um Burro".

Sebastião da Gama 1924-1952

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Sebastião Artur Cardoso da Gama (Vila Nogueira de Azeitão, 10 de Abril de 1924 - Lisboa, 7 de Fevereiro de 1952), foi um poeta e professor de português, licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1947. A sua obra encontra-se ligada à Serra da Arrábida, onde vivia e que tomou por motivo poético de primeiro plano (desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mãe, de 1945), e à sua tragédia pessoal motivada pela tuberculose.
Fundador da Liga para a Protecção da Natureza em 1948.
O seu Diário, editado postumamente em 1958, é um interessantíssimo testemunho da sua experiência como docente e uma valiosa reflexão sobre o ensino. ee

Pequeno Poema
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu
nem houve estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

para que o dia fosse enorme,
bastava
toda a t…

Charles Dickens 1818-1870 / Lewis Sinclar 1885-1951

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Charles John Huffam Dickens (Portsmouth, 7 de Fevereiro de 1812 — 9 de Junho de 1870), foi o mais popular dos romancistas ingleses da era vitoriana. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, até aos dias de hoje, pode ser comprovada pelo facto de todos os seus livros continuarem a serem editados. Apesar de os seus romances não serem considerados, pelos parâmetros actuais, muito realistas, Dickens contribuiu em grande parte para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa.
Entre os seus maiores clássicos podemos destacar Oliver Twist, Viagem ao país das maravilhas, Contos de natal, A Christmas Carol e David Copperfield.


Sinclair Lewis (7 de Fevereiro, 1885 – 10 de Janeiro, 1951) foi um escritor americano. Em 1930 ganhou o Prémio Nobel da Literatura.Títulos disponíveis na Biblioteca Municipal: Babbitt / Sinclair Lewis. - [S.l.] : Difel, 1992 O Dr. Arrowsmith / Sinclair Lewis. - Lisboa : Livros do Brasil, [19--]. - 424 p. - (Dois Mundos ; 11…

Nascimento: Padre António Vieira 1608- 1697

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António Vieira nasceu em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1608 e faleceu na Bahia a 18 de Julho de 1697. Foi um religioso, escritor e orador português da Companhia de Jesus. Um dos mais influentes personagens do século XVII em termos de política, destacou-se como missionário em terras brasileiras. Nesta qualidade, defendeu os direitos humanos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização. Era por eles chamado de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).
António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos (judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (os católicos tradicionais), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.
Na literatura, os seus sermões possuem considerável importância no barroco brasileiro e português. As universidades frequentemente exigem a sua leitura.

hh
Títulos disponíveis na Biblioteca Municipal: Trechos Selectos (1697-1897) …

Livro da semana

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Os Laços Que Nos Unem / Gustavo Santos
Edição/reimpressão: 2008
Editor: Caderno
ccccccccc Sinopse
A infância de Diogo parecia quase perfeita, mas o destino é um sábio mestre que insiste em colocar-nos à prova, obrigando-nos a amadurecer. Naquele ano em que perdeu os pais, a mágoa e a dor apoderaram-se dos seus olhos. O avô Santos, com as feridas causadas pela morte do filho, da nora e da mulher que o acompanhou toda a vida ainda por sarar, tem de arranjar forças para criar aquele menino, e juntos procurarão começar de novo. É com grande sabedoria que este avô, acompanhado pelo cão da família, o esfusiante Meia-leca, ensina ao neto os prazeres da vida, mas também as suas privações. Em rituais como "A Celebração", onde os três membros da família se juntam ao domingo em frente à lareira após saborosas refeições, são transmitidos a Diogo, por entre histórias e contos, os ensinamentos de uma longa vida, mesmo que ele nem sempre os entenda. ss Boas Leituras

Tema do Mês: "Lenços de Namorados"

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A origem dos “lenços de namorados” e os designados “lenços de pedidos” pensa-se que esteja nos lenços senhorias do século XVII e XVIII, e que foram adaptados pelas mulheres do povo com o fim de conquistar o seu namorado. Antes de tudo, estes lenços faziam parte integrante do trajo feminino e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira. Mas não é enquanto parte integrante do trajo feminino que interessa o seu estudo, mas a sua outra função, não menos importante, e da qual lhe vem o nome: a conquista do namorado. A moça quando estava próximo da idade de casar confeccionava o seu lenço bordado a partir de um pano de linho fino que por ventura possuía ou dum lenço de algodão que adquiria na feira, dos chamados lenços da tropa. Para realizar esta obra, a rapariga utilizava os conhecimentos que possuía sobre o ponto cruz, adquiridos na infância, aquando da confecção do seu marcador ou mapa. Depois de borda…

Poesia sim

Quando eu sonhava

Quando eu sonhava, era assim
Que nos meus sonhos a via;
E era assim que me fugia,
Apenas eu despertava,
Essa imagem fugidia
Que nunca pude alcançar,
Agora que estou desperto,
Agora a vejo fixar...
Para quê? - Quando era vaga,
Uma ideia, um pensamento,
Um raio de estrela incerto
No imenso firmamento,
Uma quimera, um vão sonho,
Eu sonhava - mas vivia:
Prazer não sabia o que era,
Mas dor, não na conhecia...

[ Almeida Garrett (4 de Fevereiro de 1799 - 9 de Dezembro de 1854), Folhas caídas ]

Paul Auster

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Paul Benjamin Auster (Newark, 3 de Fevereiro de 1947) é um escritor norte-americano autor de vários best-sellers como Timbuktu, O Livro das Ilusões, A Noite do Oráculo e A Música do Acaso.
Frequentou a Universidade de Columbia e viveu durante quatro anos em França. A sua proximidade à literatura francesa haveria de marcá-lo para sempre. Foi confesso admirador de André Breton, Paul Éluard, Stéphane Mallarmé, Sartre e Blanchot, alguns dos quais traduziu para a língua inglesa. O seu gosto pela tradução é muitas vezes referido pelo próprio, que aconselha os jovens escritores a traduzir poesia para entenderem melhor o significado intrínseco das palavras.
Em 1998, realizaria o seu primeiro filme, "Lulu on the Bridge". Nos seus livros é evidente a influência cinematográfica norte-americana e as suas histórias desenrolam-se numa sucessão que faz lembrar um thriller, usando igualmente o método da "caixa chinesa", sucessão de histórias no interior umas das outras. A sua obra p…

Autor do Mês: Almeida Garrett 1799-1854

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João Baptista da Silva Leitão e mais tarde visconde de Almeida Garrett, (Porto, 4 de Fevereiro de 1799 — Lisboa, 9 de Dezembro de 1854) foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário de Estado honorário português.Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.



Obras de 1819 Lucrécia
1821 O Retrato de Vénus; Catão (representação); Mérope (representação)
1822 O Toucador
1825 Camões
1826 Dona Branca
1828 Adozinda
1829 Lírica de João Mínimo; Da Educação (ensaio)
1830 Portugal na Balança da Europa (ensaio)
1838 Um Auto de Gil Vicente
1841 O Alfageme de Santarém (1842 segundo algumas fontes)
1843 Romanceiro e Cancioneiro Geral - tomo 1; Frei Luís de Sousa (representação)
1845 O Arco de Sant'Ana - tomo 1; Flores sem fruto
1846 Viagens na minha terra; D. Filipa de Vilhena (inclui Falar Verdade a Mentir e Tio…

Mário Cláudio recebe hoje Prémio Literário Fernando Namora

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Mário Cláudio recebe hoje, às 18 horas, no auditório do Casino Estoril, das mãos do presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o Prémio Literário Fernando Namora, que lhe foi atribuído pelo romance "Camilo Broca".

A cerimónia ganha especial relevo pelo facto de se inserir na evocação dos 20 anos da morte de Namora, ocorrida a 31 de Janeiro de 1989.