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Livro da semana: "Recados da alma"

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Recados da Alma de Bento Baloi Edição ou reimpressão: 05-2018 Editor: Ideia-Fixa Páginas: 370
SINOPSE Um jovem jornalista recebe papéis de um velho comerciante durante a cobertura à operação de salvamento de vítimas das cheias do vale do rio Save. Durante a leitura, o jornalista descobre nos papéis já amarelecidos autênticos retratos de várias vidas: o ambiente agitado de Lourenço Marques; o calor suburbano ao redor; a electrizante dinâmica dos bailes nocturnos (dos juke boxes aos gira-discos de 45 rotações). 
Os terríveis «mabandido» estão à solta semeando pânico: «você é mufana de quem?» - perguntam. Há troca de mensagens subversivas. Fala-se à boca pequena dos rapazes de Mondlane e Machel. Do futuro. 
Mafalda e Eugénio revelam o seu amor num golpe inesperado, que acaba transformando as suas vidas no frenesim do 7 de Setembro e 21 de Outubro. Almas estilhaçam-se e espalham-se pela metrópole. Há revelações surpreendentes. A deusa «Afrodite» conspirará a favor? Ou será que o vaticínio da …

Semana da Leitura

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Sophia - centenário

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Semana da Leitura: "Hoje leitor, amanhã leitor"

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Livro da semana: "Não há inverno sem lágrimas"

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Não há Inverno sem Lágrimas de Anabela França Pais Edição ou reimpressão: 10-2016 Editor: Chiado Books Páginas: 354
SINOPSE "Não Há Inverno Sem Lágrimas é um romance sustentado no drama de um homem que contraiu a doença da sida e que, ao sabê-lo, se defronta entre a angústia, o desespero, o desânimo, a desesperança, a discriminação social e o amor que o une à colega, que foi sua aluna e por quem se apaixonou. A autora, que tem estudado esta doença, em colaboração com médicos especialistas, associa a realidade à ficção, adoçando ou relativizando o espectro do mal, pela grandeza de amar.
No percurso de dez anos persiste uma cadeia de valores que se entrecruzam entre o factor social, a própria lei, a liberdade condicionada e o irresistível poder da paixão, esta caucionada pelas condicionantes que a sociedade e a doença colocam, que prejudicam e quase inviabilizam a riqueza de amar. Entre as vozes de carinho e estímulo persistem os preconceitos e indecisões do doente. Porém, acaba por t…

Livro da semana: "Jogos de raiva"

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Jogos de Raiva de Rodrigo Guedes de Carvalho Edição ou reimpressão: 05-2018 Editor: Dom Quixote Páginas: 448
SINOPSE Um homem levanta a voz acima da algazarra de conversas. E pede que ponham mais alto o som do televisor do restaurante. É então que todos reparam no que ele vê. Não percebem ou não acreditam. E na rua, no bairro, na cidade, no país, homens, mulheres e crianças vão-se calando. Está por todo o lado, a imagem horrível e hipnotizante. O homem que pediu silêncio leva as mãos à cara e pensa: como chegámos aqui?
A era da comunicação global trouxe inimagináveis maravilhas. Partilhas imediatas de ensinamentos, denúncias e solidariedades. Mas permitiu também que saísse das cavernas uma realidade abjecta. Insultos, ameaças, ironias maldosas. Nunca, como hoje, a semente do ódio foi tão espalhada. 
É sobre este pano de fundo que se conta a história de uma família. Três gerações a olhar para um futuro embriagado num estado de guerra. Uma família que esconde, enquanto puder, um segredo.  …

Livro da semana: "Estuário"

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Estuário de Lídia Jorge Edição ou reimpressão: 05-2018 Editor: Dom Quixote Páginas: 288
SINOPSE Estuário é um livro sobre a vulnerabilidade de um homem, de uma família, de uma sociedade e do próprio equilíbrio da Terra, relatados pelo olhar de um jovem sonhador que se interroga sobre a fragilidade da condição humana.
Edmundo Galeano andou pelo mundo, esteve numa missão humanitária e regressou à casa do pai sem parte da mão direita. Regressou com uma experiência para contar e uma recomendação a fazer por escrito, e na elaboração desse testemunho passou a ocupar por completo os seus dias. 
Porém, ao encontro deste irmão mais novo da família, vêm ter sem remédio as vicissitudes diárias que desequilibram a grande casa do Largo do Corpo Santo. Edmundo vai-se, então, apercebendo que as atribulações longínquas mantêm uma relação directa com as batalhas privadas travadas ao seu lado. E a sua mão direita, desfigurada, transforma-se numa defesa da invenção literária perante a crueza da realidade.