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Boletim Informativo Outubro 17

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Livro da semana: "Dor de ser quase dor sem fim"

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Dor de ser quase dor sem fim de Iolanda Antunes  Edição ou reimpressão:  08-2016 Editor:  Âncora Editora Páginas:  148 SINOPSE Dor de ser quase, Dor sem fim… ou o "quase" de uma geração, a do pós 25 de Abril, que viu adiada a concretização das suas esperanças. O "quase" de um país que almejou e ainda não alcançou. O "quase" daqueles que sonharam edificar um império ou, tão simplesmente, serem os eleitos de Deus, sem nunca vislumbrarem a Terra Prometida. Mas, também, Dor de ser quase, Dor sem fim, naquilo que o poema de Mário de Sá Carneiro (pois foi ao poema Quasi, deste autor, que este livro foi buscar o título) encerra da procura de um pouco mais de azul, um pouco mais de brasa, um pouco mais de além. Dor de ser quase, Dor sem fim… um hino à literatura portuguesa? Um "retrato social" do Portugal dos últimos 40 anos? Uma outra versão do mito do amor de Pedro e Inês?  O Prémio Literário Vergílio Ferreira, instituído pela ...

Livro da Semana: "Um dia depois do outro"

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Um Dia Depois do Outro de  Margarida Marques   Edição ou reimpressão:  04-2000 Editor:  Dom Quixote Páginas:  216 Sinopse Leonor, a personagem principal, regressa depois de uma longa ausência a Lenhame, onde decorre a sua infância e adolescência.

Livro da semana: "Livro das ementas"

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Livro das Ementas de Alexandre Mendonça  Edição ou reimpressão:  06-2015 Editor:  Chiado Editora Páginas:  218 SINOPSE A D. Paula lê alto e pausadamente o resto do fax. Tarefa. Efectuar observação meticulosa do posto, e enviar diariamente um relatório pormenorizado. Observar meticulosamente do posto. Do posto. Observar. Claro está, meticulosamente. Local de trabalho. Forte velho. A D. Paula explica, só pode ser no forte velho, o que fica na ponta de lá da praia norte. Em resumo, observar meticulosamente do posto, e enviar diariamente um relatório. Todos os dias, ao sábado e ao domingo? Diariamente, relê a D. Paula, quase escandindo as sílabas. Diariamente, pronto, é o que está estabelecido. Ter-se-á de escrever um relatório todos os dias. Para começar quando? Tem efeito a partir de agora, assevera a D. Paula, visivelmente sem achar no fax especificação da data de início. Relendo o vencimento. É, realmente, pelo menos dez vezes o esperado, ou seja, ...

Livro da semana. "Desertor 6520"

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Desertor 6520 de  José Claudino da Silva   Edição ou reimpressão:  08-2016 Editor:  Chiado Editora Páginas:  408 SINOPSE "A partir daquele momento, era irreversível a sua partida e tinham a consciência da transformação radical que as suas vidas iriam sentir." José C. Silva

Livro da semana. "A raiz do mundo"

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A Raiz do Mundo de Francisco Ribeiro Rosa  Edição ou reimpressão:  03-2014 Editor:  Quidnovi Páginas:  304 SINOPSE Luís é um jovem lisboeta que perde a mulher que ama e, com ela, todos os laços que o prendiam ao mundo. Admitindo que a sua vida deixou de fazer sentido, Luís parte para o Macongo, país imaginário criado à imagem de Angola, para empreender a mais difícil das viagens - aquela que o devolverá a si próprio.  A Raiz do Mundo  mostra-nos esta realidade através de vários e riquíssimos microcosmos - o íntimo das personagens. Desde o rapaz afetuoso que se torna cínico, passando pelo padre que procura a liberdade, mas acaba enfeitiçado pelo corpo de uma mulher, pelo mercenário que reina sobre os seus soldados através do medo, pelo velho general português cobarde, ou pela esposa perfeita cujo casamento termina em tragédia - todos parecem ceder ao fascínio maligno da selva.

Livro da semana: "Biografia do língua"

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Biografia do Língua de  Mário Lúcio Sousa   Edição ou reimpressão:  11-2015 Editor:  Dom Quixote Páginas:  312 SINOPSE Vencedor do Prémio PEN de Narrativa 2016 O narrador deste romance é um condenado à morte a quem é concedido um último desejo; e o que escolhe é contar uma história, mais precisamente a da vida do Língua, um escravo que falou aos sete meses de idade e teve direito a biografia encomendada pelo rei de Portugal. Dá-se então um verdadeiro milagre: não só a história parece não ter fim, porque a vida do Língua está recheada de episódios em que os detalhes são de extrema importância, como começa a juntar-se cada vez mais gente para a ouvir - são às centenas os que todos os dias chegam à falésia de armas e bagagens, filhos, mulas, araras e macaquinhos, dispostos a fazer do lugar a sua casa só para não perderem pitada do relato. E, enquanto o narrador vai ganhando anos no cadafalso parindo magia, é toda uma comunidade que se vai crian...