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Ana Faustino e Ricardo Dias vencem Prémio Literário Branquinho da Fonseca

As obras "O cotão Simão", de Ana Rita Faustino, e "O primeiro país da manhã", de Ricardo Dias, venceram o prémio literário Branquinho da Fonseca 2013, de literatura para a infância, anunciou hoje a Fundação Calouste Gulbenkian. Na sétima edição, o júri decidiu atribuir o prémio em ex-aequo àquelas duas histórias inéditas pela qualidade da escrita e pelo grau apurado de imaginação nelas inscrito, disse à Lusa fonte da fundação. Ana Rita Faustino, 25 anos, natural de Setúbal é professora do ensino básico e doutorada pela Universidade Nova de Lisboa, enquanto Ricardo Dias, de 19 anos, frequenta o curso de jornalismo da Escola Superior de Comunicação Social. Além dos dois premiados, foi ainda decidida uma menção honrosa para Elisabete Catarino, de 28 anos, atualmente voluntária em São Tomé e Príncipe, pela obra "O vulcão sopão", por causa do "caráter didático e formativo e pela sua atualidade temática". Os galardoados receberão o prém...

Prémio Branquinho da Fonseca - Expresso|Gulbenkian 2011

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O Prémio Branquinho da Fonseca é uma iniciativa conjunta da Fundação Calouste Gulbenkian e do Jornal Expresso, que tem como objectivo incentivar o aparecimento de jovens escritores (entre os 15 e os 30 anos) de literatura infantil e juvenil. É atribuído a duas modalidades: *obras de literatura para infância *obras de literatura para a juventude Mais informações e regulamento em www.gulbenkian.pt

Prémio Branquinho da Fonseca

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Mariana Roquette Teixeira foi a vencedora do prémio Branquinho da Fonseca Expresso/Gulbenkian 2009 . A autora levou a melhor sobre 36 outros concorrentes na modalidade infantil, com a obra O Pintor Desconhecido . A jovem escritora vai agora receber cinco mil euros e verá o livro publicado em 2010 pela editora Livros Horizonte. A cerimónia de entrega está marcada para as 18.30, na Sala 1 da Fundação Gulbenkian. O júri, composto por Ana Maria Magalhães, Inês Pedrosa, José António Gomes, Maria Manuela Goucha Soares e Maria Helena Melim Borges, deliberou não atribuir prémio na modalidade juvenil, "por considerar que nenhum dos 21 originais apresentadores se enquadrava nos objectivos com que o prémio foi instituído", pode ler-se em comunicado Os mesmos passam por "incentivar a escrita de um texto de ficção dirigido a adolescentes ou pré-adolescentes". Ler no DN Artes